Foi bonita a festa, pá! Vinte e cinco é um número bem significativo para os portugueses. . .
Mas então vinha andando o executivo brasileiro, com toda a pressa, por uma rua de Lisboa. Ao deparar-se com um nativo "da terrinha", parado em uma esquina, pede-lhe uma informação:
- Por favor, meu senhor! Onde posso tomar um ônibus que me leve rapidamente à Estação Ferroviária, pois estou em cima da hora para pegar o trem?!
E o português, com a maior calma do mundo:
- Cá em Portugal não temos ônibus. . . Cá em Portugal chamamos de "auto-carro". . .
- Tá bom, tá bom! E onde eu posso pegar esse "auto-carro" até a Estação Ferroviária?
- Tampouco temos Estação Ferroviária. . . Cá em Portugal chamamos de "Gare". . .
- Pelo amor de Deus, meu senhor! E onde é que eu posso pegar a porra do "auto-carro" para ir à porra dessa "Gare"? O trem já vai sair, cacete!
E o portuga, completamente dono da situação:
- Cá em Portugal, tampouco temos trem. . . Cá o chamamos de "comboio". . .
E o brasileiro, exasperado, pois a essa altura, na certa já havia perdido o trem:
- Escuta aqui! E filho da puta, como é que vocês chamam cá em Portugal?
- Não chamamos. Eles chegam pela Varig. . .
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