Cidade pequena. Tarde da noite, o vigário volta de uma visita a um doente e vem andando apressadamente em direção à sua casa paroquial. Ao passar pela calçada do cemitério, escuta grunhidos aterrorizantes, vindos de trás do muro:
- Huuuum, huuuum! Aaaaaaah! Huuuum, huuuuuum! Ah!
Controlando o pavor, com os dentes cerrados, após proferir algumas palavras em latim, o velho pároco pergunta, em voz alta:
- Diga, pobre alma! O que necessitas?
A resposta vem de pronto, com um sotaque acaipirado:
- Papér higiênico!
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