E o sujeitinho, com a mão direita enfiada por dentro da casaca, apresenta-se ao psiquiatra:
- Sou Napoleão Bonaparte, doutor. Preciso de sua ajuda.
- Pois é, estou vendo. Deite-se no divã e me conte seus problemas.
- Eu não tenho problema nenhum, doutor! Tenho dinheiro, fama e poder. Minha esposa Josefina é quem me preocupa. Ela tem tido alucinações.
- Ah, sim? E como é isso?
- Ela cisma que é uma tal de Dona Maria de Souza.
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