O ano da independência. Independência lembra Liberdade. Pelo menos em São Paulo, Liberdade lembra japonês
Mr. Tanaka é dono de uma conceituada empresa de informática e tem muito dinheiro. Só que é feio que dói! E o pior é que encasquetou de querer comer a funcionária mais gostosa da empresa, uma deusa daquelas de fechar o comércio.
Tarefa difícil! Mas não impossível para o poder da grana. O executivo japonês começa a cercar a moça com todo tipo de presentes e agrados. Até que um dia, no final do expediente, ela cede em ir para o motel com ele. No caminho, a garota aproveita pra esfolar o japoronga. Param num shopping e ela faz com que ele compre jóias, perfume importado, roupas caras e outros dispendiosos mimos para ela.
Finalmente vão para o motel. Ao sair, ela manifesta o desejo de ir jantar num restaurante grã-fino e depois esticar até uma boate da moda. Mr. Tanaka nega. Diz que não vai gastar nem mais um centavo com ela. A moça reclama e ele explica:
- Zaponeis pinto duro, coraçon mole. Zaponeis pinto mole, coraçon duro, né?
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